O último grito do fim de semana

Não conseguiu sair na sexta e nem no sábado? Calma, a Selvagem ainda pode salvar seu findi

Vem aí mais um Taiguara Sessions!

A principal atração do festival será a Orquestra Brasileira de Música Jamaicana

Obá!: homenagem a Cosme e Damião

Uma das principais festas afro-brasileiras de São Paulo celebrará a data dos santos gêmeos

Conheça a Druguis Party

Curte rock, indie rock e pop? A Druguis é a festa para você

Nesta quinta: Pilantragi no Mundo Pensante!

Os ritmos brasileiros empolgantes e os clássicos da MPB em mais uma edição da festa de Rodrigo Bento

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O ex-túmulo do samba

Quem não gosta de samba, bom sujeito não é. Em São Paulo há,  todo os dias, casas de samba com eventos que valem a pena. Na Vila Madalena, bairro bom pra rolê, temos de domingo a domingo shows de samba em lugares como o Ó do Borogodó, o Pau Brasil e o bar Roda Viva.

Em uma casinha singela, na rua Horácio Lane, está o Ó do Borogodó. Rolê legal, mas durante os finais de semana a casa acaba ficando muito cheia, é mais gostoso nas noites de domingo à quinta. Lá você tem música ao vivo e muita gente animada, é para ir para dançar. As bandas são dedicadas aos ritmos brasileiros, principalmente ao samba e ao choro. O público varia entre 20 e 30 anos e rola um ambiente bom para conhecer gente nova. O preço é acessível, paga R$ 20 reais na entrada e lá dentro a cerveja é de garrafa. Por R$ 6,50 você compra um deliciosa Itaipava. Se você é mais exigente, ou está tentando impressionar alguém, ai coça o bolso, compra uma Serra Malte por R$ 10.  A caipirinha é R$12. Na área de fumante há uma benevolência com quem gosta de uma fumaça mais legal. O local é extremamente agradável, simpático e descontraído. O ponto alto é a música. De primeira qualidade você curte samba até de madrugada mesmo durante a semana, a casa fecha às 3h. Só no domingo que o Ó fecha ás 00h.

Divulgação/Facebook

Há uns 50 metros entre o Ó do Borogodó e uma portinha discreta, na Inácio Pereira da Rocha, 54. Sem sinalização na frente. Esta é a entrada do bar Pau Brasil. Dedicado ao samba de raiz, o som la dentro é conduzido por rodas de samba em alguns dias. Em outros dias, a música fica por conta dos próprios donos do agradável recinto. Um simpático casal de velhinhos que tocam piano e cantam junto com os clientes e amigos da casa, animam o ambiente. O som é de primeiríssima qualidade e a cerveja é gelada. A rapaziada solteira está sempre por lá, preparada para arriscar uns passinhos de danças. Por isso o barzinho é animado. O preço é bem camarada. Tem um couvert artístico de R$ 8 e, depois, é a cerveja que você pedir, por volta de R$ 7, e a cachaça, bem servida por R$ 4. Para que gosta de samba quente e cerveja gelada, é um prato cheio.

Divulgação/Facebook

Seguindo na linha de lugarzinho gostoso na Vila Madalena. Chegamos no Roda Viva, ainda alí do lado, na rua Padre João Gonçalves, 162. A proposta é um pouco diferente. Talvez seja um lugar mais para casal. A música lá é mais MPB, no esquema um banquinho e um violão, os músicos costumam dar toda uma atenção especial para a obra de Chico Buarque na hora de montar suas set-lists. Mas é claro como o pessoal do Roda Viva não é ruim da cabeça e nem doente do pé, lá há muito samba e muito choro também. As paredes são enfeitadas com capas de LPs antigos, fica bem legal o visual, aconchegante. O pessoal fica mais sentado, uma pegada um pouco mais contemplativa. Porém, quando os músicos querem, colocam um pouco mais de dendê no som e a pista está formada. O bolinho de mandioca com recheio de carne-seca desfiada é um bom companheiro para a cerveja Brahma. Você paga de R$ 10 à R$ 30 para entrar, dependendo do dia. A cerveja custa cerca de R$ 9. Cuidado! Não aceita cartões.

Divulgação/Facebook

Os três bares musicais são uma delícia e devem ser visitados por quem gosta de samba, cerveja, dança e animação. As casas funcionam de domingo a domingo e são sempre uma ótima opção de rolê gostoso.


Sexta-feira animada

Quem quiser dançar ao som de qualidade e autoral, hoje é um bom dia na capital paulistana.
A cidade cinza tá repleta de eventos nessa sexta feira chuvosa. Vamos sacudir a poeira, deixar o sofá de lado e colocar o sapato para rebolar.

No Espaço Cultural Puxadinho da Praça, Rogério Pitomba promete fazer o final de semana começar com o pé direito. Ele iniciou a carreira como baterista aos 17 anos. E no ano seguinte já ganhou o “Prêmio Hangar de Música Potiguar”.

Na Confraria NossaCasa, a festa Di Ver Gente agita a Vila Madalena ao som do Rapper Gog – O poeta do rap nacional. E ainda tem a participação de Roberta Estrela D’Alva.

No Centro Cultural Rio Verde, o happy hour da Catraca Livre faz o rolê começar cedo. Depois, muito groove, funk, soul, samba rock, rap e ragga colorindo a pista. É samba no pé, amor no coração e funk na cabeça! Line up de Grooverdose, Amanajé Sound System e Coletivo Groove Stuff.

Tá bom ou ainda quer mais? Na Casa do Mancha, Bruno Souto se apresenta com o disco solo “Estado na Nuvem”.

Chega de desculpas e prepara a ressaca de sábado de manhã.
Bom final de semana!



Serviço:

Espaço Cultural Puxadinho da Praça, dia 26/09, às 19h, classificação: 18 anos, duração 60 minutos. Entrada: R$ 15. Lotação: 80 pessoas. Contato - 11 23379901 contato.puxadinho@gmail.com INGRESSOS R$ 20,00 e R$ 15,00 com nome na lista
A PARTIR DAS 23HS

Nossacasa Confraria das Ideias
RUA BELMIRO BRAGA, 202 - PINHIEIROS / SP
INFORMAÇÕES: 2371 8301
Centro Cultural Rio Verde: Rua Belmiro Braga, 119, 05432-020 São Paulo
20$ até às 13h
30$ após 


Casa Do Mancha: Rua Filipe de Alcaçova, s/n, 05416-020 São Paulo
Abertura da casa: 19h
Show às 21h
R$20
*dinheiro/ débito

Vem aí mais um Taiguara Sessions!

Já faz quase 20 anos desde que as Casas Taiguara deu início a um extenso trabalho de acolhimento de crianças e jovens em situação de rua. Desde 2012, mensalmente, a entidade organiza um festival com diversas atrações culturais e shows de música instrumental: o Taiguara Sessions.


Após 18 edições bem-sucedidas, a entidade prepara-se para celebrar o evento mais uma vez. A 19ª edição do festival já tem data para acontecer, e será no próximo domingo, dia 28 de setembro, no Mundo Pensante, localizado no tradicional bairro da Bela Vista, em São Paulo. Todos os recursos gerados são revertidos para as Casas Taiguara.

Desta vez, a principal atração do festival será a Orquestra Brasileira de Música Jamaicana (OBMJ). Criada por Sergio Doffiatti e Felippe Pipeta, a banda apresentará seu novo álbum, “Volume II – O Baile Continua”, que reforça a missão de trazer ao público a música brasileira embalada pelos ritmos jamaicanos. O repertório conta com composições de Luiz Gonzaga, Tim Maia, Jorge Bem, Wilson Simonal, entre outros. O DJ Rodrigo Bento, residente da festa Pilantragi, abre o evento e prepara terreno para a OBMJ.

Saiba mais sobre a 19ª edição do Taiguara Sessions:

Data: 29 de setembro
Horário: a partir das 16h
Local: Mundo Pensante (Rua 13 de maio, 825 – Bela Vista – São Paulo)
Entrada: R$25

Mais informações aqui: https://www.facebook.com/taiguarasessions 

Obá!: homenagem a Cosme e Damião

Anualmente, celebra-se o Dia de São Cosme e Damião, os santos gêmeos que morreram por volta de 300 d.C. e foram beatificados por terem exercido a medicina sem cobrar por isso, em atos de devoção pela fé. A Igreja Católica tradicionalmente celebra a data em 26 de setembro, mas as religiões afro-brasileiras o fazem no dia seguinte, dia 27 de setembro.


Para a felicidade dos paulistanos, este ano o dia 27 do mês nove cai num sábado e a festa Obá!, uma das principais festas afro-brasileiras de São Paulo, já preparou uma festa incrível para celebrar a data e homenagear os santos gêmeos.

Para quem não conhece, a festa Obá! reúne um mix de referências à cultura africana com muito daquilo que os brasileiros têm a oferecer. Música, dança, gastronomia e intervenções artísticas estão prometidas. Criada e produzida pelo fotógrafo Jonatha Cruz, a festa convida DJs, músicos, artesãos, chefs de cozinha e artistas que se aproximem, gostem ou tenham alguma relação com a temática afro-brasileira. A amarração de turbantes e as pinturas corporais já são marca registrada da festa. O resultado: muita energia regada à cor, sorrisos, sabores, batuques e bailados.

Animou? Veja mais detalhes sobre a festa:

Data: 27 de setembro, sábado
Horário: a partir das 23h
Local: Morfeus (Rua Ana Cintra, 110 - Santa Cecilia/SP)
Entrada: 20 reais e, após a meia-noite, 25 reais
Aniversariantes do mês ganham VIP. É só levar o RG.


Fique por dentro desses e outros detalhes do evento, clicando aqui: https://www.facebook.com/events/693840980694143/?fref=ts

Conheça a Druguis Party



Curte rock, indie rock e pop? A Druguis é a festa para você! Unindo amizade, arte e música, a Druguis Party vem fazendo a noite de muitos paulistanos!


Organizada pela Orange produções, o nome da festa não tem nada a ver com drogas (ao contrário do que muita gente pensa). “Druguis é uma palavra originada do russo e quer dizer amigo, era como os integrantes do grupo do Alexander Delarge se chamavam no filme Laranja Mecânica” diz Marcos Paiola, criador da Druguis.

Esse ano as festas que mais bombaram foi a festa com Queens Of The Stone Age cover e com a Name the Band. E nessa sexta (26) vai rolar Cover de Queens Of The Stone Age de novo, com a banda Burn The Queen. Vai perder?  

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Nesta quinta: Pilantragi no Mundo Pensante!

Os ritmos brasileiros empolgantes e os clássicos da MPB comandados pelo DJ Rodrigo Bento e convidados invadem a Bela Vista religiosamente todas as quintas-feiras, a partir das 20h, para mais uma edição da tradicional festa Pilantragi.




O badauê acontece no Mundo Pensante, um espaço multicultural localizado na Rua Treze de Maio que já virou parte essencial do cenário noturno dos paulistanos.

Com projeções durante toda a noite, a playlist da festa conta com grandes nomes da nossa música, que vão desde Carmen Miranda até Cazuza. Os maiores expoentes nacionais marcam presença nas festas, como Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Novos Baianos e companhia. O clima contagiante e alegre é a principal marca da Pilantragi, que desta vez traz Luiz Bertazzo, residente da tradicional “Brasilidades”, de Curitiba, ao lado do DJ Yuri Tarone, que volta à Pilantragi depois de não conseguir se apresentar na última edição por problemas técnicos.

A entrada custa apenas 20 reais e quem chegar até às 22h poderá escolher entre levar um acompanhante grátis e ganhar uma dose de cachaça ou catuaba.

Os ingressos podem ser adquiridos tanto na porta quanto pela internet. Está fazendo aniversário? A festa garante seu VIP! Animou? Clique aqui e fique por dentro de outros detalhes da festa.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O último grito do fim de semana

Foto: Reprodução/Facebook

Você provavelmente já deve ter passado pela Paribar, antigo reduto da bossa nova e tropicália paulistana. Mas, talvez, você nunca encontrou aquele bar tão animado quanto em um domingo de Selvagem. Das 16h às 22h, uma vez por mês, o badalo é no centro, no barzinho da simpática praça Dom José Gaspar.

Às vezes, a Selvagem até se arrisca a sair da sua casa. No último sábado, a festa foi realizada em uma praça do Morumbi. E no domingo, foi a Skol Beats Factory que hospedou os selvagens.

E sabem o que é melhor? A festa é de graça, na praça, sem caô. Cheio de gente linda, descolada e misturada, já que não tem preço que selecione o público. Sem frescuras. Aliás, o único ponto negativo é o valor das bebidas: a gente nem vai te falar o preço da long neck que é pra não te assustar. Em compensação, tem sempre vários ambulantes ao redor da festinha.

O som, comandado pela dupla de discotecários Millos Kaiser e Trepando, é incrível. Geralmente, é uma mistura de soft e deep house, funk, disco, música brasileira e uma pitadinha de techno.

O público da Selvagem conta porque encerram o seu fim de semana no Paribar:

“Eu acho que é uma festa que agrega gente diversificada, de graça num espaço público do centro. A música é muito boa e despretensiosa”, Larissa 
Pádua.

“Assim, o legal da Selvagem é que é uma festa de graça que acontece num espaço público com uma periodicidade constante. Por ser na rua, as opções de se virar na festa são várias, você não depende de um bar específico para comprar bebidas ou de um lugar lotado para ir ao banheiro, você pode sair dali e ir pra qualquer outro lugar. Mas. no geral, eu nunca saio de casa no domingo pensando em colar nessa festa, acabo indo quando estou pela região central já fazendo algum programa de domingo”, Aline Scudeller.

“Eu vou porque sempre acordo disposta no domingo pra praça do lado da minha casa”, Natasha Hollinger.

Foto: Leandro Fontana