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| Foto: Reprodução/Facebook |
Às vezes, a Selvagem até se arrisca a sair da sua casa. No último sábado, a festa foi realizada em uma praça do Morumbi. E no domingo, foi a Skol Beats Factory que hospedou os selvagens.
E sabem o que é melhor? A festa é de graça, na praça, sem caô. Cheio de gente linda, descolada e misturada, já que não tem preço que selecione o público. Sem frescuras. Aliás, o único ponto negativo é o valor das bebidas: a gente nem vai te falar o preço da long neck que é pra não te assustar. Em compensação, tem sempre vários ambulantes ao redor da festinha.
O som, comandado pela dupla de discotecários Millos Kaiser e Trepando, é incrível. Geralmente, é uma mistura de soft e deep house, funk, disco, música brasileira e uma pitadinha de techno.
O público da Selvagem conta porque encerram o seu fim de semana no Paribar:
“Eu acho que é uma festa que agrega gente diversificada, de graça num espaço público do centro. A música é muito boa e despretensiosa”, Larissa
Pádua.
“Assim, o legal da Selvagem é que é uma festa de graça que acontece num espaço público com uma periodicidade constante. Por ser na rua, as opções de se virar na festa são várias, você não depende de um bar específico para comprar bebidas ou de um lugar lotado para ir ao banheiro, você pode sair dali e ir pra qualquer outro lugar. Mas. no geral, eu nunca saio de casa no domingo pensando em colar nessa festa, acabo indo quando estou pela região central já fazendo algum programa de domingo”, Aline Scudeller.
“Eu vou porque sempre acordo disposta no domingo pra praça do lado da minha casa”, Natasha Hollinger.
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| Foto: Leandro Fontana |


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